10/07/2009

GRID - um baita jogo de corrida




É difícil encontrar alguém que jogue no computador, no console ou até no celular que não curta um bom 'jogo de carrinho'. GRID é diferente. É um jogo de carrão! Produto da Codemasters - que está preparando o próximo jogo oficial com a marca F1, GRID é simplesmente espatacular. Minha história de jogos de corrida começa com Enduro e PolePosition no Atari 2600, passa por TopGear no Super Nintendo e chega ao tosco Lotus no PC. Need for Speed foi um divisor de águas. Começando pelo 2, passando pelo Porsche Edition e pelo Underground até chegar no Need for Speed Most Wanted - sem dúvida o melhor jogo da franquia. Depois de zerar o Most Wanted 5 vezes, chegando ao cúmulo de acumular 22 carros na garagem, eu literalmente fiquei órfão de um bom jogo de corrida. As versões que o substituíram eram muito ruins: Carbon e ProStreet foram literalmente dois fiascos. Só não tive a chance de jogar o Undercover. Mas este também não recebeu muitos elogios, então nem me dei ao trabalho de ir atrás.

Quando GRID foi lançado em 2008 eu fiquei babando. Baixei o demo pelo Steam e tomei um soco no estômago. Minha máquina não rodava o jogo nem no mínimo. Foi frustrante.
Depois pude jogar num PS3 e fiquei impressionado. Mas considerando-se o preço à época (50 dolares), a brincadeira tornava-se inviável. Mesmo com as previsíveis reduções de preço, (40, 35 e 30 dolares) ainda não valia apena. Pois hoje o Steam me presenteou. O jogo está custando 15 obamas. Ainda não sei se minha máquina atual conseguirá rodar o jogo. Mas como tenho um upgrade planejado, vale a pena comprar enquanto não estiver condições de aproveitar 'o brinquedo'.

Abaixo alguns vídeos do jogo






Generais em Guerra / Commanders at War

O Canal National Geographic - NatGeo [www.natgeo.com.br] - está exibindo uma série sobre batalhas da Segunda Guerra Mundial chamada Generais em Guerra [Commanders at War]. A série começou a ser exibida semana passada e vai ao ar toda sexta às 22h com reprise na manhã de sábado. O primeiro episódio foi sobre a batalha por Stalingrado.

A produção é muito bem bolada. Até diria que é genial. Eles intercalam imagens da época com dramatização estilo 'bonequinhos'. Muitos cenários são construídos em um 3D bastante esquemático. Unidades de infantaria e blindados são representadas como brinquedos de papel dobrável. Nos objetos 3D são aplicadas texturas dos veículos. Mas o realmente interessante está nas unidades de infantaria. A produção fez fotos de atores vestidos de soldados em diversas situações: em luta, em combate, com expressão de medo, alegria, tristeza, etc. Essas fotos foram aplicadas sobre os objetos que representam infantaria. O resultado foi inovador e inteligente. Acabou que tudo ficou muito bem resolvido. Além disso ainda existe a perte feita em estúdio com atores interpretando generais em lados opostos de uma mesa como um grande tabuleiro do campo de batalha com suas unidades. Coisa de primeira!



Desconhecidos no MSN

As duas primeiras coisas que faço quando sento em frente ao computador são abrir o gmail e o msn. Aí de repente aparece um novo contato no MSN. Mesmo sem saber quem é eu adiciono. Na foto é bem bonitinha. Minha primeira providência é tentar descobrir quem é a figura identificada como --->FULANA---XXXXXXXXXX COMPUTADORES :) www.XXXXXXXXXXXX.com.br

olha o papo:

EU: oi! nós nos conhecemos?
ELA: é que recei uma lista com alguns e-mails trabalho com informatica. caso precise de alguma cotacao de notebook, projetor ou algo assim.pode me chamar\
EU: certo. entendi. alguém te passou uma lista de e-mails e vc resolveu adicionar todo mundo... agora me dá seu msn pessoal pra eu adicionar aqui também. aí, qualquer dia que estiver sozinha, sem nada pra fazer vc pode me chamar que eu também to aqui
ELA: so uso esse

aqui pra nós. que saco, ein!

08/07/2009

O martírio dos jogos de Estratégia

Jogar estratégia é diferente de muita coisa que se pode encontrar nos consoles e no computador. Em um FPS você se conecta a um servidor, 'sai matando' até o momento em que enche o saco. Se o time estiver ganhando você continua lá, matando um monte de inimigos. Se está perdendo você muda de lado ou troca de servidor. Se não for o seu dia você fica mudando de lado até perder a paciência e sair reclamando que só tem gente noob, camper, fragger, fominha, team killer, etc. É 'simples assim'. Calma, não estou desmerecendo o tipo de jogo. Passei anos jogando horas de Counter-Strike, Battlefield, Insurgency, Call of Duty e outros jogos me tomaram menos tempo como Red Orchestra, Day of Defeat e Enemy Territory: Quake Wars.

Outra modalidade de FPS são aqueles que possuem versões single player: Wolfenstein 3D (o primeirão), Doom, Duke Nukem 3D, Quake, Return to Castle Wolfenstein, Halo, Call of Duty, Half Life, Max Payne, FEAR... esses daí podem ser até considerados mais fáceis. Você enfrenta o computador, às vezes com uma baita Inteligência Artificial que te deixa louco, mas ainda assim são coisas fáceis de encarar. Se morreu nasce de novo, se avançou pode salvar o jogo e recomeçar depois. Jogos de corrida também são assim e os avanços também podem ser salvos, pode-se correr novamente aquela pista, etc. Simuladores são mais simples ainda. E olha que já passei uma semana enfurnado no Sim City 2000.

Em um jogo de estratégia online a coisa é diferente. Por mais difícil que seja a AI, jogar contra o computador não satisfaz quem já enfrentou um adversário de carne e osso. Então na maioria das vezes joga-se contra outra pessoa no bom e velho 1x1. Para jogar online é necessário criar um perfil/profile. À medida em que as partidas são disputadas, vitórias e derrotas são computadas nesse perfil. Quando enfrentamos e vencemos adversários mais fortes, nossa posição no rank sobe. O sistema de automatch do CoH tenta nos 'proteger', evitando que tenhamos que enfrentar adversários muito mais fortes - ou muito mais fracos. Dificilmente um usuário nível 1 enfrentará alguém com nível superior a 5. Justamente por isso cada degrau alcançado é uma nova provação pois é certeza de que se vai enfrentar alguém mais difícil.

São tantas variáveis envolvidas que não basta conhecer as unidades e suas características. É preciso saber o que fazer, quando fazer, como fazer com cada unidade disponível. Deve-se administrar a melhor forma de receber e gastar os recursos, deve-se capturar pontos que fornecem os recursos, deve-se capturar os pontos que garantem a vitória no jogo, deve-se escolher qual construção deve ser feita, qual tipo de unidade de infantaria ou blindados produzir, pra onde mandar tais unidades, qual lado do mapa controlar, como enfrentar os inimigos, qual doutrina escolher, qual ordem da doutrina seguir... É fundamental conhecer o mapa, saber onde estão os melhores recursos, os mais fáceis de se capturar e manter, aqueles que precisam estar em nosso poder e aqueles que precisam ser tomados da mão do adversário. São tantas variáveis que bons jogadores de RTS chegam a emitir mais de 60 comandos por minuto - isso dá mais de 1 comando por segundo!

Todo esse conhecimento e habilidade tem como objetivo enfrentar adversários cada vez melhores. Porém, assim que subimos de nível encontramos adversários mais fortes. E aí descobrimos que aquelas táticas já não são tão eficazes. E novamente precisamos aprender coisas novas, pra enfrentar adversários diferentes. Hoje sou nível 3 de Panzer Elite - exército que jogo muito pouco - e nível 7 de British, American e Wehrmatch. E mais uma vez estou frustrado. Descobri que aquelas habilidades que me fizeram atropelar quase todo mundo semana passada já não parecem tão eficientes assim. Percebi que preciso aprender muito pra voltar a vencer. Até que suba mais alguns degraus e tenha que descobrir novamente que terei que aprender mais coisas. :)

07/07/2009

Starcraft II

Esse é o RTS mais esperado de todos os tempos :)

Para saber mais sobre o jogo, visite o site www.starcraft2.com





05/07/2009

Retrofoguetes no TCA

O show dos Retrofguetes foi 'inusitado'. Show às 11 da manhã não é algo que quem curte rock tá acostumado. É muito provável que alguém ali estivesse de virote. Porém, o que mais se via eram caras limpas, inxadas de sono e dentes recém escovados. Quer mais coisa estranha que assistir a um show de rock sentado em uma poltrona estofada de teatro com ar condicionado e sem poder beber nenhuma cerveja? Pois é. Foi assim mesmo!

Assim que entrei no teatro me impressionei com o palco. Estava entupido de instrumentos. Fiquei pensando se aquilo tudo estaria ali pelos caras ou se tinham 'liberado um pedacinho de palco' pra que eles tocassem sem atrapalhar quem faria 'o show de verdade' mais tarde. Engano meu. Eles usaram cada um dos instrumentos. E fizeram um show de verdade!

A entrada foi apoteótica. Com direito a aparição no palco elevável (não sei se o nome é esse) sob luz estroboscópica e base de Morotó ex-Slim e CH. O cenário estava maravilhoso e a iluminação fantástica. Coisa de gente grande.

Todos aqueles instrumentos que me pareceram 'demais' no palco foram usados. Foram 7 convidados mais o maestro Letieres Leite com a Rumpilezz que fizeram do show algo ainda melhor. Até 'solo de vibrafone' teve. Gil Santiago presenteou o público com uma apresentação impressionante aos sentidos. Claro que não podia faltar um representante da Família Macedo tocando guitarra baiana com Morotó.

Foi incrível. O show de lançamento do segundo CD da banda parecia algo como a celebração de 50 anos de carreira. Produção de primeira, cenografia idem, família de músico nas primeiras filas, casa cheia e amigos por toda a platéia. Cada comentário entre músicas era rebatido por amigos na platéia. Boa parte da cena rock de Salvador estava lá: músicos de Cascadura, Maria Bacana, King Cobra, Os Miseravão, Nancyta... (isso que eu pude ver).

Foi algo lindo de se ver. Uma banda de rock 'da baixa do bomfim' tocando no mesmo palco em que já se apresentaram Caetano Veloso, João Gilberto, Maria Betânea entre outros.

Depois do show ainda tinha 'banquinha' pra compra do kit fã: CD, camisa, poster, adesivo, botton e imã de galedeira. Quem esperou ainda ganhou autógrafo. Eu fiquei e aproveitei pra ter meu "heartfelt sessions" do Dead Billies autografado por Morotó. O CD é tão raridade que até ele se surpreendeu com a peça.

Também valeu pra encontrar gente que não via há tempos como meu amigo Punkeka! :)

Veja aqui o Release TCA

04/07/2009

Replay do CoH

Final de partida impressionante. Num mapa em que costumo jogar bem e perco muito pouco. Depois fui ver que o adverário não é fraco. Além de muito mais partidas do que eu no automatch, o cara é superior no rank em todos os exércitos. Mas não deu pra ele. O cara jogou de britânico e 'sentou' um caminhão bem num strategic point que cortou boa parte dos meus suprimentos. Mas foi muito passivo. Fez os 'emplacements' e esperou que eu me aproximasse. Só em um momento tentou 'dar a volta' pra tentar capturar o outro lado do mapa - mesmo assim com um Liutenant. O meu mérito foi conseguir segurar as investidas e detonar os tanques e a infantaria que se aproximavam - o cara ainda fez uns 2 ou 3 Firefly's. Mas o SimCity e os tanques foram pro saco. Graças a 'ajuda dos céus' heheheh

O replay tá aqui no GameReplays.org (baixe o arquivo no formato .rec). Se curtir dê um WUB!

EDIT: aqui tem outro replay muito bom. o King Tiger do cara não conseguiu fazer nada :) GameReplays.org

03/07/2009

Mais sobre o CoH

Produção: Relic
Distribuição: THQ
Site oficial: [ http://www.companyofheroesgame.com/ ]

Company of Heroes foi lançado em 2006. Ele possui os exércitos Americano e Alemão (Wehrmatch) além de 16 missões a serem jogadas como americano. Seu preço está em US$ 9,99 (GamersGate) e US$ 19,99 (Steam).

A expansão Opposing Fronts saiu em 2007. Dois novos exércitos foram acrecentados: Britânicos e Panzer Elite (também alemão). Cada um dos exércitos ganhou 6 missões. Custa US$ 19,99 (Steam e GamersGate).

Logo depois a Relic montou um pacote chamado Company of Heroes Gold que continha os dois jogos compreço de US$ 29,99 (Steam e GamersGate).

Em 2009 saiu o Tales of valor. Custando US$ 29,99 (Steam e GamersGate) o jogo traz os 4 exércitos existentes, com 9 missões a serem jogadas por Wehrmatch, Aliados e Axis. Além disso o pacote vem com novas unidades. Jogadores que já possuiam os dois primeiros jogos podem escolher entre permanecer com as unidades antigas ou substituir pelas atuais. Quem só tem o Tales of Valor não tem essa opção.

O melhor lugar para se inteirar pelo jogo é no site Game Replays [ www.gamereplays.org ]. É praticamente uma extensão da produtora Relic. Lá pode-se aprender muito sobre o jogo: unidades, táticas e estratégias. Além de ser o maior banco de dados com replays dos jogadores que estão entre os melhores do ranking do jogo. A maior comunidade nacional do jogo está no fórum BFCentral [ http://bfcentral.oi.com.br/forum/forumdisplay.php?f=233 ]. É o local de encontro entre os jogadores que fazem o CoH acontecer no Brasil.

Onde comprar: Minha preferência é pelo Steam [ www.steampowered.com ]. Outra opção via GamersGate [ http://www.gamersgate.com ]. Em ambos é necessário criar uma de usuário. Mas isso é gratuito e relativamente fácil de usar. Também é necessário ter um cartão de crédito internacional para efetuar as compras.

O Metacritic é um site especializado em fazer levantamento de análises de jogos. Com base em análises de diversos veículos especializados (revistas, jornais, sites, blogs etc) eles estabelecem uma nota e montam um ranking próprio. Lá o CoH ocupa o 15º lugar com nota 93. Onze publicações, de um total de 53 que o avaliaram, deram nota máxima ao jogo. Veja aqui: [ http://www.metacritic.com/games/platforms/pc/companyofheroes ].